Superação e aperfeiçoamento são as novas regras do mercado de Secretariado Executivo
Às vésperas do Dia da Secretária, celebrado em 30 de setembro, mercado de trabalho segue em ritmo cada vez mais exigente e as mulheres ainda representam a maioria esmagadora na profissão: cerca de 90%, segundo a coordenadora de avaliação do Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas – UPIS
O papel do secretário no imaginário coletivo permanece o mesmo: é a pessoa que passa o horário do expediente sentada à mesa mais próxima à sala do chefe, responsável por atender telefonemas, organizar documentos, lidar com clientes. Embora tenha sido sempre esta a regra, o mundo e o mercado de trabalho mudaram. Hoje, os assessores executivos dos chefes incorporam novas funções e responsabilidades.
“Esse profissional se tornou responsável por várias atividades organizacionais, como preparar agenda e produzir reuniões, inclusive as mais elaboradas. Se o executivo precisou viajar e ele sabe o que está acontecendo, pode até negociar projetos. Mas sem, claro, dar a palavra final”, explica Dora Lúcia de Aguiar Silveira, coordenadora de avaliação do Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas – UPIS.
Além disso, os profissionais do setor têm motivos de sobra para celebrar, na próxima quarta-feira, 30 de setembro, o Dia da Secretária. Só no Brasil, há 138 cursos de graduação em Secretariado Executivo reconhecidos pelo Ministério da Educação. Em vários deles são oferecidas disciplinas que têm o objetivo de desenvolver no aluno os constantes aprendizados e aperfeiçoamento profissional. “A UPIS, por exemplo, oferece, nesse curso, as disciplinas de Tecnologia da Informação, Administração, Gestão Contemporânea e Etiqueta Empresarial”, conta a coordenadora.
Conhecimentos gerais e fluência em outros idiomas, como inglês e espanhol, também são parte essencial dessa “nova ordem mundial”. “É preciso que o profissional saiba os problemas do País em que vive e os do mundo”, afirma Dora Lúcia.
Por isso, cada vez mais, empresas têm procurado por profissionais qualificados em instituições de ensino superior que oferecem o curso. “A UPIS é bastante consultada. Temos um banco de currículos e recebemos muitos pedidos para estágio”, conta Dora Lúcia. Há, inclusive, órgãos públicos que reservam vagas para quem é da área.
29/09/2009